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FBI acusa Coreia do Norte de roubo de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas da Binance

O FBI atribuiu à Coreia do Norte o furto de cerca de US$ 6,3 bilhões (R$ 34 bilhões) da Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo. A empresa diz que os clientes não terão prejuízo e já retomou os saques de forma gradual.

FBI acusa Coreia do Norte de roubo de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas da Binance
Imagem ilustrativa: Radar PVH
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 1 de novembro de 2026, 11h35 · 👁 8
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FBI diz que hackers norte-coreanos furtaram US$ 6,3 bi da Binance; empresa afirma que clientes não terão prejuízo.

O FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, acusou formalmente a Coreia do Norte de estar por trás do maior roubo de criptomoedas já registrado. Segundo a investigação, hackers norte-coreanos furtaram cerca de US$ 6,3 bilhões (aproximadamente R$ 34 bilhões) da Binance, a maior plataforma de negociação de criptomoedas do mundo. As informações são da RFI Brasil.

O ataque ocorreu por volta de 29 de outubro e foi atribuído ao grupo TraderTraitor, que, segundo os investigadores, tem ligação com o grupo de hackers norte-coreano Lazarus. Depois do roubo, os criminosos passaram a converter os ativos em Ether, moeda da rede Ethereum, para dificultar o rastreamento e preparar novas etapas de lavagem de dinheiro. O FBI divulgou cerca de 500 endereços digitais usados pelos hackers e pediu que empresas do setor bloqueiem transações ligadas a essas contas.

O caso ganhou um componente político: o presidente americano, Donald Trump, colocou em dúvida a responsabilidade da Coreia do Norte e disse que os EUA ainda investigam e não sabem se Pyongyang está por trás do ataque. O valor é cerca de quatro vezes maior que o do roubo de US$ 1,5 bilhão da plataforma Bybit, em fevereiro de 2025, atribuído ao mesmo grupo.

A Binance suspendeu os saques logo após o ataque e, neste domingo (1º), começou a liberá-los gradualmente. A empresa afirma que os clientes não terão prejuízo: diz ter usado recursos próprios para repor cerca de 90% do valor roubado e tenta recuperar os 10% restantes.

Fonte: RFI Brasil · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

Quem em Porto Velho ou em Rondônia mantém criptomoedas na Binance não deve ter perda, segundo a empresa, que afirma ter reposto cerca de 90% do valor e que os saques estão sendo liberados aos poucos. O caso vale como alerta geral sobre a segurança de plataformas de criptoativos, sem efeito específico local.

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