A laje que a rua inteira encheu
Seis da manhã, betoneira na calçada, e ninguém precisou ser chamado duas vezes. Ao meio-dia, a laje estava cheia.
Seis da manhã, a betoneira alugada já girando na calçada, e o seu Jorge não precisou chamar quase ninguém. O vizinho da esquerda trouxe a pá. O da direita, o filho grandão. O rapaz da oficina baixou a porta de aço e apareceu de bermuda. As mulheres da rua montaram uma fila de baldes do chão até a laje, passando de mão em mão, e um menino ficou encarregado só de gritar “vai!” quando o balde subia. Ao meio-dia, a laje estava cheia. À tarde, o feijão saiu da panela grande da dona Rosa, servido em pratos emprestados de quatro casas diferentes.
Frase para levar no bolso:
“Ninguém precisou ser chamado. Os baldes subiram de mão em mão até a laje, e o feijão saiu em pratos de quatro casas diferentes.”
“Ninguém precisou ser chamado. Os baldes subiram de mão em mão até a laje, e o feijão saiu em pratos de quatro casas diferentes.”
Conteúdo de reflexão e bem-estar. Esta mensagem não substitui orientação profissional, médica, psicológica, jurídica ou financeira.