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Assembleia de Rondônia exonera secretário-geral preso na Operação Reduto da PF

A ALE-RO exonerou o secretário-geral Rogério Gago da Silva, preso preventivamente na Operação Reduto da Polícia Federal, que investiga fraudes em licitações e 'rachadinha'. A defesa afirma que ele pediu exoneração espontaneamente.

Assembleia de Rondônia exonera secretário-geral preso na Operação Reduto da PF
Imagem ilustrativa: Marinha do Brasil/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0) · Operação da Polícia Federal — imagem ilustrativa
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 23 de agosto de 2026, 19h07 · 👁 11
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ALE-RO exonera secretário-geral preso na Operação Reduto da PF, que apura 'rachadinha' e fraudes.

A Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) publicou no Diário Oficial de quarta-feira (15) a exoneração do secretário-geral Rogério Gago da Silva, preso preventivamente durante a Operação Reduto, da Polícia Federal. O ato foi assinado pelo presidente da Casa, deputado Alex Redano (Republicanos), e incluiu outras exonerações e nomeações. A Assembleia não informou se as mudanças têm relação com a investigação, segundo a Rede Amazônica.

Em nota, a defesa de Rogério Gago afirmou que ele pediu exoneração de forma espontânea, para colaborar com as investigações, e que os esclarecimentos serão apresentados no processo, onde exercerá o direito de defesa e o contraditório.

A Operação Reduto afastou 11 servidores da ALE-RO, prendeu duas pessoas e resultou em bloqueio de até R$ 9 milhões em bens. Foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão — nove em Ariquemes (RO), oito em Porto Velho (RO) e dois em Manaus (AM). O presidente da Assembleia, Alex Redano, foi um dos alvos das buscas, que atingiram gabinete, apartamento em Porto Velho e casa em Ariquemes.

Segundo a PF, as apurações começaram em 2024, a partir de relatórios do Coaf que apontaram movimentações suspeitas de uma empresa de Manaus com contratos públicos em Rondônia. A investigação aponta duas frentes: fraude em licitações em Ariquemes e desvio de recursos por meio de 'rachadinha' na Assembleia. A ALE-RO e a Prefeitura de Ariquemes afirmaram colaborar com as autoridades.

Fonte: g1.globo.com · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

O caso envolve diretamente a Assembleia Legislativa de Rondônia e a Prefeitura de Ariquemes, com investigação sobre desvio de dinheiro público e fraude em licitações que afeta recursos e contratos administrados no estado.

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