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China e EUA reduzem tarifas sobre US$ 60 bi em produtos e prorrogam trégua comercial

China e Estados Unidos concordaram em cortar tarifas sobre US$ 60 bilhões em mercadorias e estenderam a trégua comercial até 10 de janeiro, após cúpula entre Xi Jinping e Donald Trump.

China e EUA reduzem tarifas sobre US$ 60 bi em produtos e prorrogam trégua comercial
Imagem ilustrativa: Radar PVH
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 28 de setembro de 2026, 06h44 · 👁 9
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China e EUA cortam tarifas sobre US$ 60 bi em produtos e prorrogam trégua comercial até janeiro.

China e Estados Unidos concordaram em reduzir as tarifas impostas sobre US$ 60 bilhões em mercadorias importadas um do outro, com cada país indicando US$ 30 bilhões em bens não sensíveis para tratamento tarifário mais favorável. A informação foi divulgada pelo Representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e reportada pela Reuters, conforme publicação do portal InfoMoney.

A lista chinesa inclui cortes de tarifas sobre produtos agrícolas americanos como milho, trigo, sorgo, carne, laticínios e óleos vegetais — mas não a soja. Já os EUA reduziram tarifas sobre pequenos eletrodomésticos chineses, louças, roupas de cama, brinquedos e decorações festivas. A medida faz parte dos resultados da segunda cúpula do ano entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump, realizada em Washington.

Além das tarifas, os dois países prorrogaram por dois meses a trégua comercial, até 10 de janeiro, o que, segundo o Ministério do Comércio da China, dá margem para avaliar o acordo em andamento. O entendimento também prevê a compra de carvão americano pela China e diálogos sobre inteligência artificial, serviços financeiros e voos diretos.

Fonte: InfoMoney · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

A soja ficou de fora da lista de cortes de tarifas da China, o que mantém a atenção do agro brasileiro: quando a China compra mais soja americana, tende a reduzir a demanda pela soja do Brasil, um dos principais produtos de exportação, com reflexo nos preços que chegam aos produtores. Rondônia é estado produtor de grãos e carne, setores citados no acordo, e movimentos no comércio EUA-China podem afetar a competitividade das exportações locais.

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