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MPRO obtém condenação de 20 réus da Operação Conúbio por organização criminosa armada

A Justiça de Porto Velho condenou 20 réus da Operação Conúbio, que apurou uma organização criminosa armada com atuação dentro e fora dos presídios. As maiores penas chegam a 8 anos, 8 meses e 3 dias de reclusão.

MPRO obtém condenação de 20 réus da Operação Conúbio por organização criminosa armada
Imagem ilustrativa: Marinha do Brasil/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0) · Operação de segurança com participação de forças federais e estaduais em Porto Velho — imagem ilustrativa
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 22 de outubro de 2026, 15h47 · 👁 13
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Justiça condena 20 réus da Operação Conúbio por organização criminosa armada; maiores penas passam de 8 anos de prisão.

O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), obteve a condenação de 20 réus na Operação Conúbio. A sentença é da 1ª Vara de Delitos de Tóxicos da Comarca de Porto Velho, que reconheceu a existência de uma organização criminosa armada, com divisão de funções e atuação dentro e fora do sistema prisional. As informações são do MPRO.

As duas maiores penas foram de 8 anos, 8 meses e 3 dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de multa. Outras cinco pessoas receberam 7 anos, 4 meses e 24 dias de prisão. Dos 20 condenados, 15 iniciam o cumprimento em regime fechado e cinco no semiaberto. A denúncia envolvia 50 pessoas, e a sentença julgou o mérito em relação a 44 réus.

Segundo a decisão, o grupo tinha estrutura hierarquizada, com tarefas como coordenação, disciplina interna, controle de armas e munições, tráfico de drogas, movimentação financeira e assistência a presos. A Justiça também reconheceu conexão com outra organização criminosa independente, com canais de comunicação em comum para tratar de rivais, ameaças, armamentos e venda de drogas.

A operação foi deflagrada pela Polícia Federal em 20 de setembro de 2022, com apoio da Polícia Civil, e cumpriu 104 ordens judiciais (50 prisões preventivas e 54 buscas e apreensões) em cidades de Rondônia e em São Paulo. A sentença determinou a perda de bens e valores em favor do Estado, a destruição de celulares e eventuais drogas apreendidas, e o envio das armas ao Exército para destruição. O MPRO informou que vai recorrer dos pontos em que a acusação não foi totalmente aceita.

Fonte: www.oobservador.com · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

A condenação atinge uma estrutura criminosa que atuava em Porto Velho e em outros municípios de Rondônia, inclusive a partir dos presídios, e reforça a atuação das instituições contra facções no estado. Cabe recurso, então a decisão ainda não é definitiva.

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