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Porto Velho coleta ovitrampas em 27 bairros para preparar Método Wolbachia contra a dengue

A Semusa iniciou a coleta de armadilhas instaladas em residências de 27 bairros prioritários para mapear a presença do Aedes aegypti. O levantamento vai orientar a futura implantação do Método Wolbachia em Porto Velho.

Porto Velho coleta ovitrampas em 27 bairros para preparar Método Wolbachia contra a dengue
Foto: Divulgação/agencia.portovelho.ro.gov.br · Profissional analisa amostra em laboratório com microscópio — imagem ilustrativa
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 25 de agosto de 2026, 14h10 · 👁 12
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Semusa recolhe ovitrampas de 27 bairros de Porto Velho para mapear o Aedes aegypti e preparar o Método Wolbachia contra a dengue.

Porto Velho avançou em mais uma etapa preparatória para a futura implantação do Método Wolbachia, tecnologia voltada ao enfrentamento da dengue, zika e chikungunya. Após instalar ovitrampas em residências de 27 bairros prioritários, as equipes da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) começaram a recolher o material para análise, segundo informou a Agência de Notícias da prefeitura.

As ovitrampas são armadilhas que identificam a presença do Aedes aegypti. Entre cinco e sete dias após a instalação, os agentes retornam aos imóveis para recolher as paletas onde os mosquitos depositam os ovos. O material segue para a equipe de entomologia municipal, que faz a contagem dos ovos com auxílio de microscópio para identificar as áreas com maior infestação.

Nesta fase ainda não ocorre a liberação de mosquitos com a bactéria Wolbachia. O levantamento servirá de base para a futura implantação da tecnologia, que usa o Aedes aegypti com a bactéria capaz de dificultar o desenvolvimento dos vírus e reduzir a transmissão. A iniciativa envolve a Semusa, o Ministério da Saúde, a Fiocruz e a Wolbito do Brasil, com apoio da Fiocruz Rondônia.

A Semusa reforça que, mesmo com o avanço da nova tecnologia, a população deve continuar eliminando recipientes com água parada e permitir o acesso dos agentes às residências durante o monitoramento.

Fonte: agencia.portovelho.ro.gov.br · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

Moradores dos 27 bairros prioritários podem receber a visita de agentes de saúde para instalação e recolhimento das armadilhas. O mapeamento orientará ações de combate à dengue, zika e chikungunya na cidade, e a colaboração da população — eliminando água parada e permitindo o acesso dos agentes — é essencial para o sucesso da futura implantação da tecnologia.

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