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Falha antiga da Apple volta a ser explorada por hackers para roubar dados de login em iPhones e Macs

Hackers exploram a falha CVE-2024-27834, já corrigida pela Apple em maio de 2024, para roubar cookies de sessão no Safari. Aparelhos sem atualização seguem vulneráveis, segundo o Olhar Digital.

Falha antiga da Apple volta a ser explorada por hackers para roubar dados de login em iPhones e Macs
Imagem ilustrativa: Radar PVH
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 7 de novembro de 2026, 06h47 (há 13 h) · 👁 8
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Falha antiga do Safari volta a ser explorada para roubar logins em iPhone, iPad e Mac sem atualização. Instale as correções.

Hackers passaram a explorar ativamente uma falha de segurança em sistemas da Apple para invadir navegadores e roubar dados de login. A brecha, identificada como CVE-2024-27834, atinge iPhones, iPads e Macs que não receberam as atualizações lançadas em maio de 2024. As informações são do Olhar Digital, que cita o site The Hacker News.

A agência de cibersegurança dos EUA, a CISA, incluiu a falha em seu catálogo de vulnerabilidades exploradas ativamente depois da confirmação de novos ataques. A brecha foi apresentada na competição Pwn2Own Vancouver, em março de 2024, e a Apple liberou correções dois meses depois para iOS, iPadOS, macOS, tvOS, watchOS e Safari. Mesmo assim, há aparelhos sem atualização, por esquecimento do usuário ou por manterem versões antigas para rodar programas legados.

Para espalhar os ataques, os criminosos comprometeram o Plerdy SEO Tracker, ferramenta usada para monitorar o tráfego de sites, além de criarem páginas falsas e infectarem portais legítimos. Durante a navegação no Safari, um código em JavaScript identifica o modelo do aparelho e verifica se o sistema está desatualizado. Se encontrar uma versão vulnerável, explora a falha sem que a vítima precise clicar em links ou baixar arquivos.

O objetivo principal é capturar cookies de sessão, arquivos que mantêm o usuário conectado a serviços sem pedir nova senha. Com eles, os invasores conseguem clonar a sessão em outro computador, acessar e-mails e plataformas de trabalho e até contornar a autenticação em duas etapas. Os ataques são atribuídos ao grupo APT29, também chamado de Cozy Bear ou Midnight Blizzard, ligado ao serviço de inteligência estrangeira da Rússia. Para se proteger, o usuário deve abrir as configurações do aparelho e instalar as atualizações pendentes.

Fonte: Olhar Digital · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

O risco é o mesmo para qualquer usuário de iPhone, iPad ou Mac no Brasil, inclusive em Porto Velho e Rondônia: quem não instalou as atualizações de 2024 segue exposto. A medida prática é verificar nas configurações se há atualizações pendentes e instalá-las.

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