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FMI projeta que Brasil volte a ser a 8ª maior economia do mundo em 2027

O FMI prevê que o PIB brasileiro chegue a US$ 2,80 trilhões em 2027, o que colocaria o país em 8º lugar no ranking mundial, à frente de Itália e Rússia. Em 2026, o Brasil termina na 10ª posição.

FMI projeta que Brasil volte a ser a 8ª maior economia do mundo em 2027
Imagem ilustrativa: Radar PVH
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 16 de outubro de 2026, 16h02 · 👁 11
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FMI prevê Brasil como 8ª maior economia em 2027, com PIB de US$ 2,80 trilhões, à frente de Itália e Rússia.

O Brasil deve voltar a ser a oitava maior economia do mundo em 2027, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI). O dado consta no relatório Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana, e foi publicado pelo Diário da Amazônia, com base em material da Agência Brasil.

De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, deve chegar a US$ 2,80 trilhões (cerca de R$ 14,65 trilhões) no ano que vem. Em 2026, o Brasil termina na décima posição, com PIB de US$ 2,655 trilhões. Com o avanço, o país ultrapassaria Itália (US$ 2,77 trilhões) e Rússia (US$ 2,68 trilhões).

Na projeção para 2027, o topo do ranking segue com Estados Unidos (US$ 34,44 trilhões) e China (US$ 22,94 trilhões), seguidos por Alemanha, Índia, Reino Unido, Japão e França. O Brasil aparece logo depois da França, que tem US$ 3,65 trilhões.

A última vez em que o país ocupou o oitavo lugar foi em 2017. Pela estimativa do FMI, o Brasil permanece nessa posição até 2031, último ano projetado. A melhor colocação já alcançada foi a sétima, em 1995 e entre 2010 e 2014.

Fonte: diariodaamazonia.com.br · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

O ranking mede o tamanho total da economia e não muda, por si só, preços, renda ou benefícios de quem mora em Porto Velho ou em Rondônia. O efeito prático para os moradores depende de como esse crescimento do PIB se traduz em emprego, renda e investimentos, o que a projeção não detalha.

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