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Outubro Rosa: especialista explica sinais de alerta e quando fazer mamografia

Em reportagem sobre o Outubro Rosa, a mastologista Carolina Lopes lista sinais do câncer de mama que merecem atenção e explica como o rastreamento deve ser individualizado.

Outubro Rosa: especialista explica sinais de alerta e quando fazer mamografia
Imagem ilustrativa: Jason Meredith from Louisville, KY, US/Wikimedia Commons (CC BY 2.0) · Instalação com laço rosa em espaço público para conscientização sobre Outubro Rosa — imagem ilustrativa
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 12 de outubro de 2026, 16h19 · 👁 12
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Outubro Rosa: mastologista explica sinais do câncer de mama e quando começar a fazer mamografia.

O Outubro Rosa é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, tipo mais incidente entre as mulheres no Brasil, excluídos os tumores de pele não melanoma, segundo dados do INCA citados pelo G1. A campanha reforça a prevenção, o acompanhamento médico e a detecção precoce, que favorece o tratamento e está associada a melhores prognósticos.

Entre os sinais que pedem atenção estão: um novo nódulo na mama, principalmente endurecido e persistente; alterações na pele, como retração, espessamento ou aspecto de casca de laranja; mudanças recentes no formato ou tamanho da mama; alteração ou retração do mamilo; saída espontânea de secreção, sobretudo com sangue; e alterações ou aumento de gânglios na axila. A mastologista Carolina Lopes lembra que, nas fases iniciais, a doença muitas vezes não causa sintomas, por isso os exames de rastreamento são importantes mesmo sem alteração perceptível.

Sobre a mamografia, a médica afirma que, em sua prática, o exame anual é indicado a partir dos 40 anos para mulheres de risco habitual, e que as diretrizes e a avaliação individual podem variar. Para mulheres de alto risco, o acompanhamento pode começar mais cedo, inclusive por volta dos 25 anos, com avaliação feita por um mastologista, e pode incluir ressonância magnética das mamas. O ultrassom serve como exame complementar, por exemplo em mamas densas, mas não substitui a mamografia no rastreamento de risco habitual.

A especialista prefere falar em autoconhecimento das mamas em vez de autoexame: conhecer o aspecto e o toque habituais ajuda a notar mudanças persistentes, mas não substitui os exames. A reportagem, do projeto Viva Bem da TV Integração, informa que unidades de saúde do SUS na Zona da Mata Mineira oferecem atendimento e encaminhamento a especialistas, e que o conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Fonte: G1 — Últimas notícias · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

O conteúdo é de caráter geral e vale para mulheres de todo o país, inclusive em Porto Velho e Rondônia: a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliar o risco individual e os exames indicados. As informações sobre atendimento no SUS citadas na reportagem se referem à Zona da Mata Mineira.

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