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Febre do Nilo Ocidental: Brasil confirma casos em SC e SP e investiga um no Piauí

O Ministério da Saúde confirmou dois casos em Santa Catarina e dois em São Paulo, além de investigar um caso no Piauí. Apesar de ser uma das arboviroses mais disseminadas do mundo, a transmissão em humanos ainda é rara no país.

Febre do Nilo Ocidental: Brasil confirma casos em SC e SP e investiga um no Piauí
Imagem ilustrativa: Mathias Krumbholz/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0) · Mosquito em folha com orvalho — imagem ilustrativa
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 26 de agosto de 2026, 03h14 · 👁 7
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Ministério da Saúde confirma casos de Febre do Nilo Ocidental em SC e SP e investiga um no Piauí; transmissão é rara no Brasil.

O Ministério da Saúde confirmou casos de Febre do Nilo Ocidental no país em 2026: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Além disso, a pasta investiga a possibilidade de mais um caso no Piauí. Em Santa Catarina, um dos casos, de uma paciente de 77 anos moradora de Imbituba, evoluiu para óbito e segue em investigação; o outro, de um homem de 56 anos de Caçador, teve alta. Em São Paulo, os casos são de Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, ambos confirmados pelo Instituto Adolfo Lutz. As informações são da CNN Brasil.

Segundo o infectologista André Bon, do Hospital Brasília, a doença — conhecida internacionalmente como West Nile — é uma das arboviroses mais disseminadas do mundo, mas no Brasil ocorre de forma rara e sem transmissão sustentada entre humanos. O vírus é transmitido principalmente pela picada do mosquito Culex, o pernilongo, que se infecta em aves silvestres. Humanos e cavalos não transmitem a doença de forma direta.

A maioria dos infectados tem sintomas leves, semelhantes aos da dengue, como febre, dor no corpo e mal-estar. Casos graves podem evoluir para encefalite, meningite e paralisia, com maior risco para idosos, imunossuprimidos, pacientes oncológicos e transplantados. Não há vacina nem tratamento específico — apenas suporte, hidratação e controle dos sintomas, segundo os especialistas ouvidos pela CNN Brasil.

Entre as medidas de prevenção estão o uso de repelentes, telas em portas e janelas, evitar acúmulo de água parada e não mexer em animais mortos. Pessoas com sintomas devem procurar uma unidade de saúde, onde o SUS oferece diagnóstico e acompanhamento.

Fonte: CNN Brasil · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

Até o momento não há casos confirmados de Febre do Nilo Ocidental em Rondônia. Como o vírus circula principalmente em áreas rurais e silvestres, com muitos pernilongos e aves, moradores de Porto Velho e do interior devem manter os cuidados já usados contra dengue e outras arboviroses: repelente, telas e combate à água parada, sobretudo quem trabalha ao ar livre no campo.

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