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Fumaça das queimadas da Amazônia é percebida em Porto Velho há pelo menos dois dias

Moradores de Porto Velho observam fumaça das queimadas que já encobria Manaus. Dados do Inpe mostram 469 focos em Rondônia entre 12 de setembro e 12 de outubro, contra 3.546 no Amazonas e 6.978 no Pará.

Fumaça das queimadas da Amazônia é percebida em Porto Velho há pelo menos dois dias
Imagem ilustrativa: Radar PVH
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 13 de outubro de 2026, 09h20 · 👁 13
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Fumaça de queimadas da Amazônia chega a Porto Velho; Inpe registra 469 focos em Rondônia em um mês.

A fumaça das queimadas que há semanas cobre Manaus passou a ser percebida em Porto Velho há pelo menos dois dias, segundo levantamento do portal News Rondônia. De acordo com a publicação, moradores da capital rondoniense notam uma cortina de fumaça sobre a cidade, mais visível ao longo do dia. A fumaça é levada por correntes atmosféricas, e sua direção e intensidade dependem de ventos e condições do tempo.

O News Rondônia usou dados do BDQueimadas, do Inpe, para o período de 12 de setembro a 12 de outubro. Rondônia teve cerca de 469 focos de calor, o Amazonas 3.546 e o Pará 6.978. No ranking nacional até segunda-feira (12), o Pará lidera com 20.090 focos, seguido por Bahia (5.558) e Amazonas (4.730). Rondônia aparece em 11º lugar, com 798 focos. Focos de calor detectados por satélite indicam possíveis ocorrências de fogo e não equivalem, necessariamente, a incêndios confirmados.

O assunto também gerou debate político. Segundo a reportagem, documentos do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente indicam que o governo do Amazonas dispensou reforços federais no fim de setembro, após chuvas ajudarem a controlar os focos. Depois, o governo federal enviou quatro aeronaves e mais de 200 brigadistas ao estado. O senador Omar Aziz contestou a versão de que não teria havido ajuda federal e criticou a falta de planejamento preventivo. A reportagem ressalta que a avaliação da resposta dos governos depende da evolução dos incêndios e do clima.

A exposição à fumaça pode agravar problemas respiratórios e causar irritação nos olhos e nas vias aéreas. Crianças, idosos e pessoas com doenças preexistentes estão entre os grupos mais vulneráveis.

Fonte: newsrondonia.com.br · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

Em Porto Velho, a fumaça piora a qualidade do ar e aumenta o risco de problemas respiratórios e irritação nos olhos, principalmente para crianças, idosos e pessoas com doenças preexistentes. Quem faz parte desses grupos deve redobrar a atenção durante o período de estiagem.

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