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Morte por difteria na Itália reacende alerta sobre vacinação; entenda o risco no Brasil

A morte de uma menina de 4 anos não vacinada na Itália chamou atenção para a importância da vacina contra a difteria. No Brasil, a doença é controlada, mas a cobertura vacinal está abaixo da meta.

Morte por difteria na Itália reacende alerta sobre vacinação; entenda o risco no Brasil
Imagem ilustrativa: Navy Medicine/Wikimedia Commons (Public domain) · Profissional prepara dose de vacina — imagem ilustrativa
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 28 de agosto de 2026, 08h38 · 👁 6
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Morte de criança não vacinada por difteria na Itália reacende alerta; no Brasil, cobertura vacinal está abaixo da meta de 95%.

A morte da menina italiana Anna Rosa Bartolotta, de 4 anos, vítima de difteria, reacendeu o debate sobre a importância da vacinação. Segundo o portal Metrópoles, a criança não havia sido imunizada porque os pais acreditavam que a vacina causaria autismo — uma crença sem qualquer respaldo científico. A difteria não tinha casos registrados na Itália havia quase 30 anos. Os pais estão sendo investigados por homicídio culposo por omissão.

Causada por uma bactéria, a difteria é considerada endêmica controlada no Brasil, com poucos casos por ano. Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, a doença pode ser diagnosticada com atraso justamente por ser rara — muitos médicos nunca viram um caso. Os sintomas incluem prostração, palidez, dor de garganta e a formação de placas esbranquiçadas na garganta (pseudomembranas). Em casos graves, pode causar problemas cardíacos, renais e neurológicos, além de morte.

A vacina, criada em 1923, é aplicada a partir dos dois meses de vida na pentavalente, com reforços aos 4, 6 e 15 meses, aos 4 anos e a cada 10 anos na vida adulta. Especialistas alertam que a cobertura vacinal ideal é de 95%, mas os índices brasileiros estão abaixo disso: em 2025, a primeira dose da pentavalente teve 89% de cobertura, e o reforço aos 4 anos ficou em 80%, segundo dados citados pela Sociedade Brasileira de Imunizações.

Fonte: Metrópoles · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

Assim como no restante do país, moradores de Porto Velho e de Rondônia dependem da vacinação para manter a difteria sob controle. A vacina está disponível gratuitamente no SUS, e o alerta reforça a recomendação de manter a caderneta de vacinação de crianças e adultos em dia nas unidades de saúde.

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