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MP-RO denuncia pastor e psicólogo preso em Porto Velho por crimes sexuais; 12 mulheres o acusam

Pastor e psicólogo de 58 anos foi preso preventivamente em Porto Velho após denúncias de violência sexual feitas por 12 mulheres em dois meses. O MP-RO já o denunciou à Justiça por crimes contra quatro delas, e a defesa diz acreditar na inocência dele.

MP-RO denuncia pastor e psicólogo preso em Porto Velho por crimes sexuais; 12 mulheres o acusam
Imagem ilustrativa: Radar PVH
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 15 de outubro de 2026, 10h46 · 👁 14
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Pastor e psicólogo preso em Porto Velho é denunciado pelo MP-RO por estupro e violação sexual. Doze mulheres o acusaram; a defesa nega.

O pastor e psicólogo Aluizio Vidal Flor, de 58 anos, foi preso preventivamente em 15 de setembro de 2026, em Porto Velho, após denúncias de violência sexual. Segundo reportagem do g1 reproduzida pela Revista Fórum em 15 de outubro, 12 mulheres procuraram as autoridades em um intervalo de dois meses para relatar supostos abusos atribuídos a ele. Os relatos abrangem um período de cerca de 20 anos.

A sequência de denúncias começou quando uma das mulheres procurou o Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit), do Ministério Público de Rondônia (MP-RO). Ela afirma que, durante atendimento em busca de ajuda para o casamento, o religioso ultrapassou limites profissionais e pessoais. Antes disso, ela havia levado o caso à Igreja Presbiteriana do Brasil, cujo julgamento interno considerou não comprovadas as acusações mais graves e puniu o pastor por "falas impróprias". Depois do relato ao Navit, outras sete mulheres denunciaram e deram origem ao primeiro inquérito policial; mais quatro procuraram a polícia depois, o que levou à abertura de um segundo inquérito.

De acordo com o MP-RO, o psicólogo teria usado a posição de psicólogo e líder religioso para se aproximar de mulheres em situação de vulnerabilidade, como as que enfrentavam perdas gestacionais, traumas familiares e dificuldades conjugais. A investigação também aponta o uso de exercícios de hipnose ou relaxamento durante atendimentos em que os crimes são descritos. Com base no primeiro inquérito, que reuniu relatos de oito mulheres, o MP-RO apresentou denúncia criminal por dois casos de estupro e dois de violação sexual, envolvendo quatro vítimas. Para os demais fatos desse inquérito, pediu arquivamento parcial por prescrição ou por falta de tipificação penal na época. O processo tramita sob sigilo.

Após a prisão, a defesa afirmou ao g1 que acreditava que as investigações comprovariam a inocência do pastor. Quando a denúncia foi apresentada, o advogado preferiu não se manifestar. A Igreja Presbiteriana do Brasil também foi procurada e não se pronunciou. Trata-se de acusações, e o acusado tem direito à presunção de inocência até decisão definitiva da Justiça.

Quem sofreu violência sexual pode buscar ajuda. Em Porto Velho, o Navit atende pelo WhatsApp (69) 99906-6411. Também é possível acionar a Polícia Civil pelo 197 ou a Central de Atendimento à Mulher pelo 180, gratuito e 24 horas.

Fonte: revistaforum.com.br · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

Em Porto Velho, o caso mostra que vítimas de violência sexual contam com o Navit do MP-RO, que oferece acolhimento e orientação, além dos canais da Polícia Civil (197) e da Central de Atendimento à Mulher (180).

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