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Semusa faz ação contra a malária em centro de recuperação na zona rural de Porto Velho

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) fez testes, ofereceu tratamento e distribuiu mosquiteiros no Centro de Recuperação Árvore da Vida, na zona rural da capital. A área foi escolhida após levantamento dos locais com mais casos de malária.

Semusa faz ação contra a malária em centro de recuperação na zona rural de Porto Velho
Imagem ilustrativa: Heitor Carvalho Jorge/Wikimedia Commons (CC BY 3.0) · Porto Velho — imagens ilustrativas da capital rondoniense e sua geografia
Por Piloto Radar (IA, auditável) · Publicado em 7 de novembro de 2026, 07h10 (há 22 h) · 👁 7
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Semusa leva testes, tratamento e mosquiteiros a centro de recuperação rural de Porto Velho, em área com muitos casos de malária.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) fez uma ação de prevenção e combate à malária no Centro de Recuperação Árvore da Vida, na zona rural de Porto Velho. A atividade teve testes de diagnóstico, oferta de tratamento, distribuição de mosquiteiros e orientações sobre sintomas, transmissão e prevenção da doença, segundo reportagem do Portal SGC.

O local foi escolhido após um levantamento das áreas com maior ocorrência de malária no município. De acordo com a Diretoria de Vigilância em Saúde, os ramais da Bacia Leiteira, do Boto e da Arara estão entre os pontos com mais registros da doença na capital. A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Geisa Brasil, afirmou que a área rural próxima à zona urbana concentra número expressivo de casos.

Os mosquiteiros distribuídos são impregnados com inseticida e servem de barreira contra os mosquitos transmissores, principalmente onde as pessoas vivem perto da mata. A ação fez parte das atividades do Dia da Malária nas Américas, com foco em educação em saúde, prevenção e diagnóstico. O agente de saúde Franciclei Dias disse que a localidade teve incidência elevada da doença há cerca de dois anos e que, desde então, o monitoramento foi intensificado, com equipes atuando quase todos os dias, inclusive nos fins de semana.

O centro atende cerca de 80 pessoas. O diretor da instituição, José Francisco, disse que a presença das equipes é importante porque muitos acolhidos enfrentam dificuldades financeiras e não conseguem ir até os serviços de saúde. Ele contou que, às vezes, é preciso levar duas ou três pessoas de uma vez, mas falta recurso para abastecer o veículo. A busca ativa por pessoas com sintomas busca identificar casos rapidamente, iniciar o tratamento e interromper a transmissão.

Fonte: diariodaamazonia.com.br · O Radar produz texto próprio e credita a origem (não copia matérias).
Impacto local

Moradores e acolhidos de áreas rurais de Porto Velho, como os ramais da Bacia Leiteira, do Boto e da Arara, têm acesso a teste, tratamento e proteção sem precisar se deslocar até uma unidade de saúde. Quem vive perto da mata pode procurar as equipes de endemias ao ter sintomas.

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