Servidores da Justiça Federal, Trabalho e Eleitoral de RO entraram em greve por tempo indeterminado em 2015
Em 22 de junho de 2015, servidores do TRF, TRT e TRE em Rondônia iniciaram greve por tempo indeterminado, pedindo reposição salarial e a aprovação do PLC 28/2015. O registro é de arquivo do G1 RO.

Em junho de 2015, servidores do TRF, TRT e TRE em RO entraram em greve por reposição salarial e pelo PLC 28/2015, segundo o G1 RO.
Servidores dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRT-RO), Federal (TRF-RO) e Eleitoral (TRE-RO) de Rondônia entraram em greve por tempo indeterminado na segunda-feira, 22 de junho de 2015, segundo reportagem do G1 RO publicada na época. A categoria reivindicava reposição salarial e a aprovação do Projeto de Lei da Câmara 28/2015, que trata do plano de cargos e salários dos servidores do Judiciário.
De acordo com o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Rondônia e Acre (Sindijufe), os trabalhadores estavam havia 10 anos sem reajuste relativo à inflação, o que, segundo o sindicato, teria resultado em perdas de quase 50% nos salários. O coordenador Raimundo Torres afirmou que o pedido estava dentro do orçamento da Justiça e não do Executivo.
No TRE-RO, a Secretaria Judiciária estava parada e os cartórios eleitorais funcionavam com 30% dos servidores, com atendimento preferencial a idosos e gestantes, conforme o coordenador do Sindijufe Cláudio Aparecido Pinto. O sindicato garantiu que os serviços essenciais seriam mantidos.
Os servidores já haviam paralisado as atividades no início de junho, enquanto aguardavam a análise do PLC pelo Senado. A votação, prevista para o dia 10, foi retirada de pauta. O sindicato informou que o fim da greve dependia da votação do projeto, que poderia voltar ao plenário do Senado até 30 de junho. Trata-se de um fato de 2015, e este texto o registra como informação de arquivo.
Em 2015, a greve reduziu o atendimento nos órgãos do Judiciário federal em Rondônia, com cartórios eleitorais operando com 30% dos servidores e prioridade a idosos e gestantes. Não há indicação, no material, de efeito atual sobre a população.
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